21 de novembro de 2011

Baterista - Lobão

Vamos hoje de total irreverência musical, talvez a galera mais nova nem saiba, mas é grande a importância que Lobão tem no cenário do rock brasileiro, e se você pensou aew que é por conta do cara desbocado que fala oque vem na cabeça, você esta enganado. Lobão se interessou muito cedo pela bateria e foi considerado um menino prodígio por muitos, fez parte de grupos musicais com grandes nomes, e nos anos 80 foi muitíssimo requisitado e gravou com os principais nomes da musica brasileira, sem falar dos inúmeros projetos e parcerias.

João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão, nasce no Rio de Janeiro. Aos seis anos ganha sua primeira bateria de brinquedo e aos 13 um instrumento profissional. Aos 17 anos Lobão volta à bateria e vai para São Paulo com o grupo Vímana, para tornar-se músico profissional. A banda era formada por Lulu Santos, Ritchie, Luis Paulo e Fernando Gama e durou cerca de três anos. A sua primeira apariçnao para o grande público foi tocando bateria numa peça da atriz Marilia Pêra. Além disso, Lobão tocou bateria como free lancer para artistas como Luis Melodia e Walter Franco. Enquanto isso, era formada a Blitz e Lobão continuou na bateria. Por não concordar com o direcionamento musical que a gravadora impôs, Lobão resolveu seguir seu próprio caminho. Lançou, em novembro de 1982, seu primeiro álbum solo, "Cena de Cinema", logo em seguida comprado pela gravadora RCA (atual BMG). Em julho de 1984, lançou o grupo Lobão e os Ronaldos com o disco "Ronaldo Foi pra Guerra" e estourou seu primeiro hit, "Me chama".

Alongamento

Ao tocar bateria, nós fazemos o mesmo esforço e os mesmos movimentos oscilantes usados diariamente pelos atletas. Como resultado, nosso corpo sofre muitas das tensões como o corpo deles. Isso não significa que você tem que treinar como um atleta profissional. Há algumas diretrizes simples que você pode seguir para manter o equilíbrio físico. Na música, nós buscamos uma porção de equilíbrios, como ritmo, melodia e harmonia. Neste artigo, nos concentraremos em equilíbrios físicos. 
Alongamento – como qualquer atividade física, você tem que se alongar para alcançar uma boa flexibilidade. Em termos mais simples, flexibilidade é igual à força. Uma boa flexibilidade o manterá livre de dores e danos maiores ao seu corpo. Lembre-se: uma boa casa requer materiais fortes! 
Netto Fernandes
Uma coluna forte é extremamente importante para todo baterista. Nós estamos sentados quase 100% do tempo, e isso significa que ela está nos apoiando o tempo todo em que estamos tocando. Algumas pessoas lhe dirão para colocar um encosto no seu banco. Encostos são muletas. Elas não fixam nada. Nós precisamos atacar o problema, e não colocar uma bandagem nele! Você precisa esticar(manter uma posição correta) sua coluna antes que a dor apareça!
Lembre-se de que cada pessoa possui um corpo que, em alguns detalhes, se diferencia dos outros. A própria anatomia é um fator individual. Muitos bateristas se prendem aos modelos, e até mesmo copiam a montagem do kit e a maneira de tocar de seu baterista predileto. Mas, você tem a mesma anatomia que ele? Você passou pelos mesmo processos de aprendizagem que ele para chegar a essa montagem? Você possui a mesma estatura que ele para regular o seu banco na mesma altura que ele regula? Pense nisso, trabalhe sempre a favor da sua natureza e da sua realidade!
                                                                                                     
Lembre-se: uma boa postura é sempre relaxada, e não rígida.

7 de novembro de 2011

Baterista - Buddy Rich

Então amigos, depois de tempos sem postar algo, estou de volta depois de um período meio conturbado que tive.  Mas a novidade é que ultimamente tenho fugido bastante do rockão, e  estou estudando e aplicando outros ritmos nas musicas da banda que faço parte (Os Barcos),  e o ritmo principal tem sido o Jazz. E um baterista que tem me dado muita inspiração é o legendário Buddy Rich. Então resolvi postar um pouquinho mais da historia desse velho conhecido e respeitado Baterista.
Bernard "Buddy" Rich (30/09/1917 a 02/04/1987) foi um baterista americano de jazz e bandleader. Rica foi anunciado como "o maior baterista do mundo" e era conhecido por sua técnica virtuosa, poder, groove, e velocidade. Rica, nasceu no Brooklyn, Nova York. Seu talento para o ritmo foi observado pela primeira vez por seu pai, que viu que Buddy poderia manter um ritmo constante com colheres. Ele começou a tocar bateria no vaudeville, quando ele tinha apenas 18 meses de idade, anunciado como "Traps the Wonder Drum." No auge da carreira de sua infância, ele teria sido a segunda maior criança paga do mundo (depois só de Jackie Coogan).
Buddy Rich permaneceu ativo tocando até o fim de sua vida. Em 2 de abril de 1987, Rich morreu de parada cardíaca após uma cirurgia para tirar um tumor maligno no cérebro. Ele foi enterrado no Westwood Village Memorial Park Cemetery, em Los Angeles. Ele tinha 69 anos. Desde a morte de Rich, uma série de concertos e memoriais foram realizados. Em 1994, foi lançado o álbum: Tribute to the Music de Buddy Rich produzido pelo baterista Neil Peart, o álbum conta com performances de grandes bateristas de rock e jazz como Kenny Aronoff , Matt Sorum , Dave Weckl , Steve Gadd , Max Roach , Steve Smith , e Peart, acompanhado pela Banda Big Ricos.

Limpeza de Pratos

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Bom galera na boa, em geral ninguem gosta muito de limpar a bateria nem mesmo os pratos, dai vejo a preocupação, e vendo a quantidade de tópicos criados com dúvidas em relação a limpeza dos pratos resolvi postar aqui um tutorial descente pros iniciantes, e qualquer um que tenha duvidas sobre este tema. Sei como é difícil adquirir um prato quando se esta começando, e perder o mesmo por descuido é pior ainda.
Indico que se cumpra todos os itens, do tutorial para um bom resultado.


Lista de Materiais :

1 Limpador de pratos (Zildjian, Sabian, Meinl e etc..)
1 Desingripante Liquido (WD-40 e etc...)
3 Panos Normais 
1 Escova Macia ou Esponja
1 Sabão Neutro
Opcional : Pasta para polir automóveis.



Todos esse materiais são de fácil acesso, são baratos e são encontrados em qualquer loja de construção. (com exeção do limpador de pratos que se encontra em lojas especializadas de instrumentos, e é um pouco mais caro).



1º Passo - Escolha um dia sem chuva e arejado. Separe todos os seus pratos em ordem crescente de tamanho, todos eles separados uns dos outros, ou seja fora do bag e sem nenhum contato entre dois pratos.
2º Passo - Após separados comece pelos pratos maiores, pois eles são mais difíceis de limpar pela espessura e tamanho. Pegue o prato e em aguá corrente lave-o com uma escova ou esponja e sabão neutro, fazendo isso em ambos os lados. Cuidados com as Logos!
3º Passo - Com um dos panos seque o prato totalmente, e em uma superficie plana aplique o limpador de pratos, aguarde 15 segundos e com o outro pano retire todo o limpador. Cuidado com as logos!!!
4º Passo - Aplique abundantemente o desengripante em toda a superficie do prato, após 30 segundos retire com o 3º pano todo o desengripante.
5º Passo - Guarde os pratos em bags adequados, e separe todos os pratos com eva ou qualquer tecido entre eles.

Esse processo é chato e trabalhoso, mas terá um bom resultado.

28 de maio de 2011

Baterista - Fernando Schaefer

Essa postagem é dupla, pois fala sobre a biografia de um grande baterista brasileiro, e sobre uma linha de pratos que vem ganhando muito espaço no mercado bateristico. Tive a oportunidade de tocar no KREST K Signature Fernando Schaefer Mega Bell Dry Ride 22, e confesso que fiquei surpreso com o som do mesmo, pois além de ser um belo prato tem um som perfeito. Esse prato foi lançado em 2008, e levou seis meses para ser desenvolvido pelo músico em parceria com os profissionais da empresa. O prato traz partes pintadas em preto fosco: uma faixa entre os martelamentos na superfície e também toda a parte debaixo, o que proporciona a sonoridade dry do ride e um visual único.
Fernando Schaefer começou a tocar bateria aos doze anos. Seu interesse pelas tendências mais extremas das possibilidades da bateria levou "Fernandão", como ficou conhecido no cenário musical alternativo do Brasil, a entrar para a banda paulistana de thrash metal Korzus e posteriormente formar diversas bandas e participar de projetos de terceiros ligados às vertentes do Metal, do Thrash e do Hardcore. Entre os trabalhos que mais se destacam estão o Pavilhão 9, Treta, Rodox, Kiko Loureiro e Endrah.

Postura

Hey galera depois de ficar alguns dias sem postar por alguns imprevistos tecnicos, volto com postagens voltadas a parte fisica do baterista, falando sobre componentes básicos no equilíbrio físico. O primeiro é a Postura, que sem duvida é um dos mais importantes para ter um bom desenvolvimento no instrumento. 

Ao tocar bateria, nós fazemos o mesmo esforço e os mesmos movimentos oscilantes usados diariamente pelos atletas. Como resultado, nosso corpo sofre muitas das tensões como o corpo deles. Isso não significa que você tem que treinar como um atleta profissional. Há algumas diretrizes simples que você pode seguir para manter o equilíbrio físico. Na música, nós buscamos uma porção de equilíbrios, como ritmo, melodia e harmonia. 
Postura - O primeiro passo para uma boa postura é ficar relaxado, sem produzir tensão alguma. Devemos manter um bom alinhamento do nosso corpo. Imagine um baterista que se apoia no seu kit, com seus ombros caídos para frente e a coluna envergada. Ele terá problemas mais cedo ou mais tarde. O próprio modo de sentar-se deve ser observado: seus ombros devem estar alinhados com seus quadris; procurar o centro de gravidade do banquinho e sentar-se jogando o peso do seu corpo para frente e não para trás; seus joelhos devem estar na mesma altura ou mais altos que seu quadril. Se você estiver sentado muito baixo, estará provocando muita tensão nas suas costas.

Lembre-se: uma boa postura é sempre relaxada, e não rígida.

20 de abril de 2011

Baterista - Carl Palmer

Galera a postagem de hoje é muito importante, pois quando vejo materias sobre maiores e melhores bateristas do mundo, quase nunca vejo o nome desse cara, sempre vemos muitas figurinhas repetidas, e muita gente passa batido na historia de grandes nomes do mundo bateristico. Carl Palmer é sem duvidas um dos maiores e melhores bateristas de todos os tempos, muito influente por ser estupidamente versátil, esse cara destrói demais. Sinceramente fica difícil definir seu trabalho em palavras, por isso recomendo a todos procurarem saber mais sobre ele. Depois que conheci seu trabalho mudei muito meus conceitos de baterista.
Carl Palmer (nascido Carl Frederick Kendall Palmer, em 20 de março de 1950, em Handsworth, Birmingham, Inglaterra) é um percussionista e baterista britânico. É frequentemente creditado como um dos maiores e mais influentes bateristas de rock de todos os tempos. Palmer é veterano em várias bandas britânicas, incluindo The Crazy World of Arthur Brown, Atomic Rooster, Emerson, Lake & Palmer e Asia. Também contribuiu em trabalhos de Mike Oldfield. Palmer reuniu-se para reformular o ELP em 1992 para Black Moon e In the Hot Seat, uma compilação com vários DVDs de turnês. Seguido do final definitivo do ELP em 1998. Apesar de nenhuma das bandas em que Palmer foi integrante estar no Hall da Fama do Rock, a bateria de Palmer ficou famosa, após ter sido comprada e doada por Ringo Starr.

Afinação

Fazer a afinação de um kit de bateria é uma das tarefas mais desafiadoras para o baterista. Isso porque não existe uma fórmula ou método pratico para se fazer isso. Qualquer pesquisa pelo Google vai mostrar diferentes métodos para se afinar uma bateria, mas nenhum deles tem uma solução para se fazer uma perfeita afinação. Todos estes métodos possuem alguns pontos em comum, porem existem baterias de todos os tipos, tamanhos e timbres, então no final das contas o que vai valer mesmo é o ouvido treinado pra executar e deixar a afinação o melhor possível. Temos dois modos pra isso: Afinação definida ou precisa, por meio de um teclado ou diapasão e Afinação indefinida ou não precisa, afinada a partir do gosto do músico. Particularmente essa segunda forma, é a que eu uso. Ouvindo muita música, prestando atenção não apenas na bateria, mas em todos os instrumentos, é possível desenvolver habilidade e sensibilidade musical, para que o ouvindo perceba de imediato, alguma coisa soando errada. Quando afino penso em deixar os tons, o mais definido possível, a caixa com um som de curta duração e seca, e o bumbo mais grave e definido possível, sempre respeitando a regra de afinar o parafuso inverso ao ultimo afinado, ou em ‘X’. O critério final é o gosto do baterista, tendo o cuidado de deixar tudo soando bem, em conformidade.

13 de abril de 2011

Baterista - Serginho Herval

Mais um grande exemplo de baterista brasileiro é o Serginho Herval, considero ele um dos grandes responsáveis pelo sucesso da banda Roupa Nova. É o tipo de músico completo, que toca e interpreta, sempre arranjando muito bem as musicas, e catando com a maior naturalidade. Enquanto que para os leigos, Serginho é “o batera que canta e toca”, para os músicos, o Serginho é “O Batera”. Referência nacional em matéria de musicalidade e independência, ao longo dessas décadas de estrada entre shows, bailes e gravações, as baquetas e a voz de Serginho Herval vem tocando o coração de uma legião de brasileiros, e é o exemplo de que dá pra fazer carreira com trabalho original, sem se vender aos interesses capitalistas da grande mídia, sendo, afinal, reconhecido e reverenciado por toda essa mesma mídia.
Sérgio Herval Hollanda de Lima, nasceu no Rio de Janeiro, dia 3 de fevereiro de 1958. Começou a tocar bateria ainda criança, aos 5 anos de idade, com latas improvisadas. Com pouco mais de 12 anos, passou a tocar em bailes. No final da década de 1970, tocava em uma banda chamada A Bolha, que chegou a tocar com o Erasmo Carlos. Conforme tocava, descobriu que gostava de fazer alguns vocais, tomando gosto também pelo canto. Gravou um compacto simples com duas músicas, onde uma delas, Meu Pensamento É Você, entrou na novela Pecado Rasgado. Durante a gravação desse compacto, conheceu alguns integrantes da banda de bailes Os Famks que posteriormente viria se chamar "Roupa Nova", onde posteriormente foi convidado a entrar, ainda no ano de 1978. Atualmente, tem feito diversos trabalhos paralelos ao Roupa Nova com músicos Gospel. 

Pedal de Bumbo

Existem muitas técnicas diferentes para tocar o pedal do bumbo. Técnicas que funcionam muito bem para um determinado baterista, e podem ser muito difíceis para outros. Alguns bateristas tem a pegada mais pesada e lenta, existem bateristas mais técnicos e velozes. E na escolha do pedal deve-se levar isso tudo em consideração. Por isso, acredito que o que faz um pedal ser ou não apropriado a você, são as seguintes características:

Leveza: Isso não diz respeito propriamente à massa física do pedal, mas à sua resposta na batida, ou seja, o quanto esforço o pedal requer para ser acionado. A leveza é resultante de vários fatores, como a sapata, o batedor, a elasticidade da mola, a quantidade de rolamentos nas partes móveis, e as regulagens. Pedais mais leves tendem a ser mais rápidos, mas a pegada do toque tende a ser menos forte.
Opções de regulagem: Como existem grandes diferenças físicas entre os bateristas, fica evidente que uma determinada regulagem de um pedal pode funcionar pra um e não pra outro. Daí a importância das opções de regulagem de cada pedal. Quanto mais ajustável, melhor, pois é assim que o baterista pode achar os ajustes que melhor funcionem para ele. Regulagens para tocar fusas não funcionam para tocar acentuações em Jazz ou doubles rápidos para um shuffle, por exemplo. 
Rigidez: A rigidez de um pedal tem a ver com a sensação que o batedor transmite ao pé do baterista. Uma sensação sólida, resultante da rigidez da sapata, da haste do batedor e do mecanismo que os conecta, é importante para execução de toques rápidos. Talvez venham daí as críticas aos pedais da RMV: como a sapata é construída em um material (que pode ser desde um compósito de fibra de carbono até plástico comum) que possui uma certa elasticidade, a sensação ao tocar é de “lerdeza” e insegurança.
Resistência mecânica: Quanto maior a resistência mecânica, maior a durabilidade e confiabilidade do pedal. Uma das piores situações que um baterista pode enfrentar é a quebra do pedal do bumbo durante um show. Todos os componentes de um pedal de bumbo são submetidos a um stress mecânico muito grande. A necessidade de combinar leveza com resistência mecânica torna muito dificil projetar e produzir um pedal de alta qualidade. 
Levando estes critérios em consideração, fica explicada a popularidade que certas marcas possuem. Os melhores pedais hoje são produzidos pela Tama, DW, Gibraltar, Sonnor, Mapex e Pearl, marcas que conseguem superar o grande desafio que é produzir um pedal leve, versátil, rígido e resistente.

7 de abril de 2011

Baterista - Neil Peart

Falar hoje sobre um baterista que, no início de sua carreira nem pensava em ser um baterista profissional, e que veio a se tornar uma das maiores influencias do mundo Bateristico; e não é pra menos, quem conhece seu trabalho sabe o peso que o nome Neil Peart tem. Membro de uma das bandas mais influentes da historia, Neil tem uma grande e promissora carreira, que vem ano após ano, conquistando uma legião de fans e seguidores do seu trabalho musical.
Neil Peart nasceu no Canadá, em 12 de Setembro de 1952. Quando tinha 18 anos de idade, ele viajou para a Inglaterra com música em mente. Estando lá, ele foi obrigado a vender quinquilharias para os turistas para poder sobreviver. Neil Peart começou a tocar bateria aos 13 anos de idade, observando os grandes nomes que se apresentavam na época. Após uma temporada em Londres, volta desanimado para o Canadá e participa de uma seleção para o novo baterista do Rush. Entra para a banda no dia do aniversário de Geddy Lee, em 29 de julho de 1974, e duas semanas após a 1ª turnê americana do grupo. Finalmente se apresenta pela primeira vez com o Rush no dia 14 de agosto de 1974, tocando para 11.642 pessoas no Civic Arena, Pittsburgh, USA, na abertura de shows do Uriah Heep e Manfred Mann. Seu primeiro Drum Kit Profissional foi um Slingerland prata. Suas principais influências musicais foram Keith Moon, do The Who, Bill Bruford do Yes e Carl Palmer do Emerson Lake & Palmer, todos originalmente muito técnicos e criativos. Em agosto de 1997 começa o "calvário" de Neil, com a morte de sua filha única Selena, num acidente fatal de Jippe. Dez meses depois,em junho de 1998, sua mulher Jacqueline Taylor morre de câncer. O Rush pára por cinco anos. Neil faz sua famosa "viagem de renascimento" em cima de uma motocicleta por quase toda a América do Norte e parte de México. Na volta é um outro homem. Começa a compor novo material. Casa-se com a fotógrafa Carrie Nuttall em 2002. Eles residem atualmente em Los Angeles - CA.

Casco de Bateria

O casco é o corpo do tambor e pode ser feito de vários materiais, mas o mais utilizado é madeira mesmo. Na década de 70 a Ludwig lançou o modelo Vista-Lite, todo em acrílico, que fez muito sucesso, mais pelo efeito visual q pela sonoridade. A Gope, no Brasil lançou também sua versão de acrílico, na década de 80. Existem cascos em aglomerado e em diversos tipos de compósito, em especial de fibra de carbono. A madeira é o material preferido para a confecção de cascos devido a suas propriedades acústicas, principalmente a projeção e seletividade de freqüências. O casco é responsável pelo timbre e "profundidade" do som do tambor. Ao tocar a pele, o casco ressoa com ela e resulta no som final do tambor. Tambores de melhor qualidade tem cascos compostos de madeiras que ressoam melhor que tambores mais baratos. Para entender melhor o papel dos cascos, experimente retirar as peles de um tambor e tocar no casco (suspenso) com uma baqueta de feltro. O casco tem sonoridade própria!
A função do material do casco é fundamentalmente ressoar com o toque da pele. A maneira como ocorre esta interação é que determina o timbre do tambor. Tambores de grande massa (seja densidade ou espessura) necessitam mais força para obter boa ressonância e tendem a ter menor volume. Madeiras mais densas respondem melhor a freqüência altas e tem timbre mais brilhante. Madeiras um pouco menos densas respondem a freqüência mais baixas e resultam em timbre mais encorpado. Quando a densidade cai muito, o tambor começa a perder características de ressonância e volume. A densidade mais próxima do ideal (na verdade, isso vai muito de gosto) infelizmente é resultado de um crescimento lento da árvore. Em geral, árvores que crescem rápido fornecem madeira de baixa densidade e pouca ressonância, em se tratando de cascos de tambor. Alguém conhece baterias feitas de eucalipto? No Brasil, as árvores de crescimento lento mais utilizadas para baterias de qualidade são o pinho de araucária, a Imbuia (usadas na Odery), a Bapeva (usada na RMV Concept e parcialmente na Road Up) e o Cedro rosa (Luthier, Maxter, Adah). Nos USA, todos sabemos que Maple e Birch são as madeiras de escolha para tambores de alta qualidade. São também arvores de crescimento lento, nativas dos USA. O Mogno (mahogany) Africano tem (dizem, nunca ouvi) o timbre mais encorpado de todas.

3 de abril de 2011

Baterista - Dinho Leme

Nosso batera de hoje, vem pra provar que nunca é tarde demais pra voltar a tocar. Você que parou de tocar a um tempo, e acha que já era, que já não vale mais a pena voltar a tocar, veja essa biografia aqui; Ronaldo "Dinho" Poliseli Leme; Nascido em Campo Grande, 22 de Julho de 1949) é um baterista brasileiro, membro do grupo Os Mutantes. Começou na carreira musical nos anos 60, tocando primeiramente com Ronnie Von, e em 1968 entrando oficialmente para Os Mutantes.
Após o fim da banda, nos anos 70, Dinho deixou de tocar profissionalmente e dedicou-se a atividades em outras áreas. Em 2006, mais de trinta anos após o final do grupo, ele voltou à bateria - que não tocava desde a época - para participar de um novo retorno da banda, com Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Zélia Duncan no lugar de Rita Lee, para um show em Londres e posterior excursão pelo Brasil em 2007. Hoje em dia, além de músico, trabalha com Fórmula Truck e em outros projetos automobilísticos em parceria com seu irmão. Com certeza Os Mutantes marcaram e influenciarão muita gente, e sem duvidas o Dinho Leme tem grande participação nessa historia.

Relação Baixo e Bateria

A bateria e o contra-baixo sem sombra de dúvidas são grandes amigos. Para demonstrar esse fato, sempre ao ler esse assunto muitas pessoas usam termos como: (cozinha, a base, goleiro e zagueiro e assim vai).
Isso se deve a tamanha importância que eles tem. A bateria é um instrumento que possui as três frequências principais (grave, médio e agudo) e o contra-baixo também tem, mas em especial um grave mais profundo.
Quando esses estam totalmente entrosados numa banda, de longe percebe uma firmeza e preenchimento. Essa descrição é na verdade uma dica para os músicos (ouvir os outros instrumentos), e assim andar todo mundo junto. Se pensarmos como um time, todos os integrantes tem que ir para o mesmo lado. É um assunto lógico até, por questões técnicas, mas não feito na prática, por isso vemos a quantidade de vídeos, métodos e exercícios explicando e demonstrando. É uma relação que envolve respeito, amadurecimento e profissionalismo.
Paul & Ringo

29 de março de 2011

Baterista - Dominic Howard

Com grande satisfação que venho falar sobre o Dominic Howard. Esse magrelinho simpático,  faz parte de uma das minhas bandas prediletas que é o MUSE, e tem uma grande dedicação de estudos a bateria. Não se enganem com seu porte físico, pois esse garoto magrinho ai tem um pegada forte, e é muito respeitado por sempre desenvolver batidas criativas e inovadoras nas musicas, sem falar que ele é esquerdo, um grande destaque e diferencial por tocar com as peças da bateria invertidas.
Dominic James Howard nasceu no dia 7 de dezembro de 1977 em Stockport, uma cidadezinha perto de Manchester, e, apesar de parecer o mais novo, Dom é, na verdade, o mais velho da banda. Quando tinha entre 8 e 9 anos, sua família, que incluía seus pais e sua irmã mais velha, se mudou para Teignmouth. Dom nunca tinha sido muito ligado em música. Sua unica influência musical significativa era sua mãe, que estava sempre tocando seus vinis pela casa, ou sua irmã, que estudava em uma escola de arte. Ela tentou ensiná-lo a tocar teclado quando ele tinha 5 anos de idade, mas não deu muito certo. Apesar de tudo, Dominic pensava em música apenas como algo que passava na TV. Até que, aos 11 anos, Howard assistiu a uma apresentação da banda de jazz da escola e foi daí que surgiu o interesse por música, principalmente pela bateria. Fez poucos meses de aula e, depois disso, quis aprender o resto sozinho, apenas ouvindo artistas de jazz, entre eles Buddy Rich. Ele formou sua primeira banda com 14 anos de idade, chamada Carnage Mayhem. A banda se apresentava em vários pubs pequenos em Devon, ou na casa de amigos etc. Dom passou a ser o ‘garoto descolado’ na escola e todos queriam tocar em sua banda. Foi então que conheceu Bellamy e, finalmente, Matt entrou na banda para tocar guitarra, formando assim o que iria ser o Muse.
Dominic Howard além de ter contrato com a Tama Drums, adquiriu sua própria assinatura de baquetas.