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13 de abril de 2011

Pedal de Bumbo

Existem muitas técnicas diferentes para tocar o pedal do bumbo. Técnicas que funcionam muito bem para um determinado baterista, e podem ser muito difíceis para outros. Alguns bateristas tem a pegada mais pesada e lenta, existem bateristas mais técnicos e velozes. E na escolha do pedal deve-se levar isso tudo em consideração. Por isso, acredito que o que faz um pedal ser ou não apropriado a você, são as seguintes características:

Leveza: Isso não diz respeito propriamente à massa física do pedal, mas à sua resposta na batida, ou seja, o quanto esforço o pedal requer para ser acionado. A leveza é resultante de vários fatores, como a sapata, o batedor, a elasticidade da mola, a quantidade de rolamentos nas partes móveis, e as regulagens. Pedais mais leves tendem a ser mais rápidos, mas a pegada do toque tende a ser menos forte.
Opções de regulagem: Como existem grandes diferenças físicas entre os bateristas, fica evidente que uma determinada regulagem de um pedal pode funcionar pra um e não pra outro. Daí a importância das opções de regulagem de cada pedal. Quanto mais ajustável, melhor, pois é assim que o baterista pode achar os ajustes que melhor funcionem para ele. Regulagens para tocar fusas não funcionam para tocar acentuações em Jazz ou doubles rápidos para um shuffle, por exemplo. 
Rigidez: A rigidez de um pedal tem a ver com a sensação que o batedor transmite ao pé do baterista. Uma sensação sólida, resultante da rigidez da sapata, da haste do batedor e do mecanismo que os conecta, é importante para execução de toques rápidos. Talvez venham daí as críticas aos pedais da RMV: como a sapata é construída em um material (que pode ser desde um compósito de fibra de carbono até plástico comum) que possui uma certa elasticidade, a sensação ao tocar é de “lerdeza” e insegurança.
Resistência mecânica: Quanto maior a resistência mecânica, maior a durabilidade e confiabilidade do pedal. Uma das piores situações que um baterista pode enfrentar é a quebra do pedal do bumbo durante um show. Todos os componentes de um pedal de bumbo são submetidos a um stress mecânico muito grande. A necessidade de combinar leveza com resistência mecânica torna muito dificil projetar e produzir um pedal de alta qualidade. 
Levando estes critérios em consideração, fica explicada a popularidade que certas marcas possuem. Os melhores pedais hoje são produzidos pela Tama, DW, Gibraltar, Sonnor, Mapex e Pearl, marcas que conseguem superar o grande desafio que é produzir um pedal leve, versátil, rígido e resistente.

22 de março de 2011

Baterista - Abe Laboriel Jr.

Se tratando de Grandes Baterias o Abe Laboriel é um deles em todos os sentidos, ótimo baterista e de um carisma inigualável, Abe também tem sido um dos mais requisitados bateristas do show biz, tendo tocado com o leque inteiro da música, desde os Hanson, Lady Gaga, Steve Vai, Sting e etc...
Vindo de uma família mexicana de músicos, o baterista é americano formado na tradicional escola de Berklee. Laboriel Jr., de 39 anos, é filho do virtuoso contra-baixista Abraham Laboriel e irmão de Mateo Laboriel (produtor e compositor ligado ao cinema). Foi aluno de Jeff Porcaro, Bill Maxwell, Chester Thompson e Alex Acuña. Há alguns anos, ele acompanhava a cantora K.D. Lang, que abria shows para Sting. O baterista do Sting era Manu Katche. “Um grande músico, mas que parecia estar meio desinteressado. Aí, quando ele deixou o grupo, Sting, que já conhecia seu trabalho, não exitou e o convidou pra fazer parte da banda”.
E pra acabar de completar o currículo do rapaz, ele foi convidado pra fazer parte da banda de Paul McCartney,  tinha a mão pesada, mas o chefe confiou. E foi dotado de um pegada firme e afiada que o baterista Abe Laboriel Jr. se tornou um dos trunfos da banda de sir Paul McCartney e hoje é conhecido mundialmente por acompanhar um Beatles.

26 de fevereiro de 2011

Baterista - Dave Grohl

E por falar em DW nada mais justo q falar de Dave Grohl, batera que fez e faz muito bom uso dessa marca! Dave Grohl ao longo dos anos tem mostrado que não é simplesmente um ótimo baterista, mas sim um musico completo que sempre aparece com grandes projetos musicais. Sempre utilizando mais de uma forte pegada do que preocupado com grandes técnicas, ah quem diga que é o John Bonham da nossa geração.
14 de janeiro de 1969. Na cidade de Warren, localizada no estado de Ohio, EUA, nascia David Eric Grohl. Sua infância foi vivida, praticamente por inteiro, na cidade de Springfield, Virginia. Desde cedo tocava bateria em muitas bandas punk, e aos dezesseis anos, no começo da década de 1980, entrou para a banda Scream. A primeira vez que Dave viu o Nirvana tocando foi durante uma turnê européia do Scream. Depois, com a turnê cancelada, término da banda Scream e ainda alguns problemas financeiros ele ligou para Buzz Osborne, um amigo que conhecia Kurt e Krist, pegou o telefone de Krist, ligou para ele e foi para Seattle. Chegando, tocou com os dois, que na época tocavam, provisoriamente, com Dan Peters, baterista do Mudhoney. Kurt e Krist perceberam que ele era o baterista que eles estavam procurando e Dave entrou para a banda. Em 1992, Grohl grava a demo Pocketwatch com algumas composições suas, sob o pseudônimo de Late! Em 1994, com a morte de Kurt Cobain, a banda acabou. Logo em seguida ele se junta a Tom Petty & the Heartbreakers para uma série de apresentações onde é convidado para assumir as baquetas. Dave à principio aceita o convite mais depois de uma conversa com Tom Petty onde Dave fala sobre algumas musicas que tinha composto desde os tempos do Nirvana, então o prórpio Tom Petty admite que ele perderia seu tempo ali com os "velhos" Tom Petty & the Heartbreakers e diz que ele tem um belo futuro pela frente liderando uma banda. Tom Petty estaria certo e assim Dave, junto com seu amigo Barret Jones entrou num estúdio profissional e gravou algumas coisas que, mais tarde, dariam origem ao primeiro CD do Foo Fighters. Ele gravou todos os instrumentos, fez cem cópias da fita e mandou para amigos. Logo, várias gravadoras se interessaram e, junto com Nate Mendel (baixo), William Goldsmith (bateria), Pat Smear (guitarra), Dave assumiu os microfones e formou o Foo Fighters. Hoje a formação não é mais a original, juntaram-se a Dave e Nate, no lugar de William e Pat, Taylor Hawkins, ex-baterista da Alanis Morissette, e Chris Shiflett na guitarra.

DW Drums

Sem sombra de duvida uma das mais Desejadas e Respeitadas marcas de bateria do mundo! Quem nunca sonhou em ter uma DW? Mas então a historia da DW é bem maior do que simplesmente uma ótima bateria, guarda detalhes da evolução da bateria e vem a cada dia inovando mais e mais o mercado musical. 
Durante anos a DW se destacou pela inovação e qualidade. Hoje, baterias como Terry Bozzio, Neil Peart, Marco Minnemann, Gary Novak, juntamente com muitos bateristas de bandas populares como Madonna, Bruce Sprinsteen, Dixie Chicks, Incubus, Queens of the Stone Ages, Avril Lavigne, e tantos tantos outros que escolheram tocar com baterias, pedais e hardware DW.
Tudo começou em 1972 quando Don, com 26 anos, abriu um pequeno estúdio em Santa Monica, Calif onde ensinava a tocar bateria. Ele deu o nome ao estúdio de Drum Workshop, e oferecia tanto aulas privadas, como workshops mensais. Ao ver um anúncio da Drum Workshop nas páginas amarelas, John Good, agora Vice-Presidente da DW, inscreveu-se em aulas, aos 17 anos, para melhorar as suas técnicas e “desaprender” aquilo a que ele chama de “baús hábitos baterísticos”. “Depois de 3 meses de aulas, Don foi ter com John e disse-lhe, ‘Sabes, eu tive imensos alunos excelentes. Não acho que vás ser um deles’,” diz John. “Então eu disse, ‘Fixe… agora o que é que vamos fazer?’” Apercebendo-se que zelava pelos seus interesses, Don trouxe investidores e mais uns quantos professores e começou a vender baquetas, livros e baterias para ajudar a subsidiar as despesas. Ao contratar John como agente de vendas a part-time, os dois passavam horas a discutir diferentes maneiras de melhorar a arte de tocar bateria através do melhoramento dos produtos para a própria bateria. “Foi assim que o entusiasmo começou,” lembra John. “Nós ficávamos a falar durante horas acerca das nossas ideias para criar melhores produtos. Antes que déssemos por isso estávamos a trabalhar juntos.” Destes dois génios saiu o primeiro produto DW: o novo design de John para um banco ajustável. Vendendo cerca de uma dúzia de bancos por mês, John desistiu do seu outro emprego e passou a trabalhar para Don a tempo inteiro. “Depois de ensinar todo o dia, arrumávamos as baterias para um canto, e íamos buscar as mesas para fazermos os bancos,” lembra Don. “Depois eu ia-me deitar pois no dia seguinte teria de ensinar novamente, mas o John ficava por entre a noite a construir mais bancos para preencher as encomendas.” Quando a DW recebeu uma encomenda de 100 bancos para a Camco Drum Co., Don e John aperceberam-se que tinham um produto inovador e que iria vender. Trinta anos depois, a DW está agora a oferecer uma nova versão do banco primeiramente criado, feito de material mais leve, chamado de 6100Adjustable Trap-Case Seat. Com dinheiro emprestado maioritariamente dos seus pais, e de alguns investidores, Don comprou a patente da Camco e reintroduziu o pedal de corrente de nylon Camco 5000 sob o nome da DW. O pedal foi redefinido para melhorar consistência, silêncio, suavidade e ajustamento no seu funcionamento. Como o pedal estava rapidamente a tornar-se “a escolha dos bateristas,” Don continuou a procurar maneiras de o melhorar. A introdução da Chain & Sprocket drive system em 1980 não só melhorou vastamente o pedal DW, como também ajudou a destacar-se em muito em relação aos outros pedais do mercado. Três anos mais tarde, a DW introduziu um pedal de bombo duplo que incorporava uma única ligação com articulações universais. O pedal duplo DW 5002 não só fixou a posição da DW no mercado como inovadores; ele abriu uma nova era na arte de tocar bateria, já que, pela primeira vez na história, os bateristas de pedal simples, poderiam agora utilizar os dois pés para criar novos ritmos, e aumentar a velocidade.