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29 de abril de 2013

Você tem mania de estalar os dedos e o pescoço antes de tocar‎? Não deveria fazer isso.

Por que os dedos estalam? O estalo dos dedos acontece porque há uma interação entre o fluido sinovial, o qual tem a função de lubrificar as articulações e os ossos. O ruído do estalo acontece quando os ossos das articulações se separam, alongando o tecido conectivo, causando uma descompressão do fluido, movimentação das articulações e dos ossos e a formação de gases que se depositam na cápsula da articulação, que no próximo estalo faz um barulho intenso entre os ossos e trazendo a tão desejada sensação de alívio.
Além dos dedos, muitas pessoas têm o hábito de estalar outras articulações do corpo como costas, cotovelos, joelhos e ombros. E, assim como nos dedos, essas regiões também estão suscetíveis a sofrer com os problemas já citados acima, por isso, se quiser obter o relaxamento através do estalo da articulação, procure um profissional especializado para que não haja danos maiores. Se você tem a mania de estalar os dedos e outras articulações e sente dores, procure um especialista para obter um diagnóstico mais preciso sobre o problema. Alguns quiropratas têm alertado contra estalar seu pescoço.
Estalos constantes no pescoço significam que você é hiper-móvel em suas articulações ou há muito espaço e suas articulações poderiam sair do alinhamento. Os músculos ao redor das articulações do pescoço podem apertar demais para segurá-las no lugar, podendo causar tensão no pescoço. Assim, enquanto estalar suas articulações não vai te causar uma artrite, as chances são de que você pode estar contribuindo pelo menos para um torcicolo leve todos os dias. Os estalos nos dedos fazem mal sim, entretanto, não causam lesões mais sérias em indivíduos normais que não sofrem com nenhuma anomalia nos ossos ou articulações. Mas, com o passar do tempo e o hábito frequente, os estalos influenciam em uma produção maior de líquido interno entre as articulações, o que pode causar problemas como perda de flexibilidade, lesão na cápsula da articulação, dor e perda da força nos dedos.

21 de março de 2013

Esteira da Caixa

Muita gente se incomoda demais com o ruído provocado pela ressonância na esteira da caixa, o famoso zumbido de esteira. A rigor, não tem jeito: sempre vai haver algum grau de ressonância entre a caixa e as outras peças do kit, ou com os outros instrumentos. Então, é importante aceitar que o zumbido faz parte de sonoridade geral do seu kit. Com frequência, um zumbido meio incômodo durante o estudo acaba desaparecendo quando o baterista toca junto com a banda, ou tem sua gravação mixada com um play-along. Se ouvirem com atenção, muitas gravações mais antigas, das grande bandas dos anos 70, apresentam o zumbido, mas ninguém liga.
Mas às vezes esse ruído fica realmente excessivo e passa a incomodar.As causas para um zumbido excessivo são várias. O mais comum é devido a problemas de afinação do kit. Para evitar excesso de zumbido, é importante que a caixa esteja em uma afinação diferente dos tons. O ideal é que esteja dissonante em relação aos tons. Tensão desigual nos parafusos da pele de ataque também favorece o aparecimento de harmônicos que levam ao zumbido. Esteiras velhas ou danificadas, com fios frouxos, também zumbem mais.
A pele de resposta é um capitulo à parte. Peles muito espessas zumbem menos, mas a sensibilidade da esteira também diminui drasticamente. Já li recomendações para se usar peles extremamente finas (200 micra ou menos) pois estas peles possuem menos inércia e o zumbido cessaria mais rápido. A afinação da pele de resposta também não é consenso. Em caixas com 10 parafusos de afinação, recomenda-se deixar os 4 parafusos mais próximos da esteira com menos tensão que os demais, sem enrugar a pele.
Um erro muito comum é apertar demais o parafuso do automático. De fato isso reduz o zumbido, mas também mata muito da resposta de esteira e "afoga" o som da caixa. Não é recomendável, assim como tentar abafar a pele de resposta, ou colar adesivos na esteira.
Às vezes a localização do kit é desfavorável. Se o kit é montado num canto de uma sala sem tratamento acústico, a chance de reverberação e ruido de esteira é maior. Tente montar o kit contra a parede mais larga da sala. Se o espaço permitir, monte no meio dela.

19 de outubro de 2012

Dicas de Kits de Bateria

Aqui vamos nós…

Tudo que é novidade pode causar uma certa estranheza, levantar muitas duvidas e deixar as pessoas inseguras. A compra do primeiro Set. de Bateria não é diferente, principalmente porque a Bateria oferece uma enorme variedade de configurações, tipos de madeira, peles, pratos…enfim, um Universo repleto de acessórios.
Mas entrar numa loja não deve de significar um grande desafio ou um mistério sem solução. Tomar a decisão na hora de comprar a Bateria envolve muitos factores, e certamente o preço é determinante em alguns casos. Por isso mesmo o bom senso é a chave. Mas muitas vezes o barato sai caro…

Qual é o teu estilo?

Esta pergunta como é óbvio é difícil de responder por um iniciante, o seu conhecimento musical, variedade de timbres e sonoridades ainda é bastante reduzida.
A configuração de uma Bateria é algo muito pessoal, portanto depende de cada um.
Não existe uma regra que determine o que é correcto ou incorrecto, mas sim o que serve ou não para ti.
A maioria dos bateristas começou com set’s básicos, bumbo 20 ou 22 e depois tons 10, 12 e 14. No entanto o Kit mais básico e “original é bumbo de 20 e apenas dois tons, 13 e 16.
Buddy Rich por exemplo tocava na sua Big Band com um Kit muito similar aquele com que ele começou, ou seja, nem sempre temos que ir acrescentando mais coisas ao nosso Kit.

Eis as várias configurações possíveis.

Legenda
B – Bumbo
T - Tom
C - Caixa

Jazz:
B 18x16
T 12x8 14x14
C 14x5
Todos os bateristas que tocam este gênero trabalham em cima do convencional. O conceito divide-se entre Baixo, Piano e Bateria com dois tons, o bumbo é uma “continuação” da bateria, é como que um terceiro tiom, ele não só marca como completa o fraseado.

Pop:
B 20x18
T 10x8 12x9
C 14x5
Possui um intervalo entre as medidas, o que facilita a afinação.

Rock/Heavy/Punk
B 22x18
T 13x11 16x16 18x16
C 14x5,5 ou 14x7
É um kit bastante pratico e com muito ataque. O som normalmente é mais grave e o bumbo tem mais volume, muito embora o volume dependa sempre do músico.
Se quiseres tocar com dois Bumbos, é INTERESSANTE começar de inicio para te habituares a ergonomia do instrumento. (isto não é uma opinião consensual)

Fusão:
B 20x18 ou 20x14
T 8x8 10x8 12x9 14x12
C 14x5
O estilo tem muitas notas e velocidade. Por isso usa-se Tonss mais pequenos.

Funk.
B 22x18
T 12x10 16x16
C 14x5
Como o estilo não se baseia muito nos breaks ou em frases complicadas mas sim no Groove, o bumbo deve de ser consistente porque é ele que faz a marcação. Caixa deve de ter bastante ataque.

28 de fevereiro de 2011

É Ouvindo que se Aprende!

Com certeza ouvir musica nunca é demais. Do mesmo jeito que para escrever bem, é necessário ler muito, tocar bem não é diferente. O ouvir para nós tem a mesma importância de ler para um escritor. Ouvindo vamos entendo a música, interpretando o sentimento que o músico quer passar no seu instrumento, principalmente na música instrumental, em que os instrumentos estão em primeiro plano, se faz de grande importância o desenvolvimento da sensibilidade para captar aquilo que o músico está "falando" no seu instrumento. Sabendo que é uma coisa totalmente possível saber o que um guitarrista ou tecladista ou baterista quer falar, sem pronunciar nenhuma palavra, pelo som sentimos todas as sensações, ansiedade, tristeza, alegria, paz e etc.
A dica a seguir serve para todos os instrumentos, não apenas para bateria: Quando ouvir música, ouça a primeira vez prestando atenção só na bateria, depois no contrabaixo, (lembrando que o baixo e a bateria têm uma relação muito forte, pelo fato de serem instrumentos de base em uma música), depois ouça o teclado, guitarra, voz, e tente imaginar todo mundo tocando ao mesmo tempo, visualize cada um tocando, prestando muita atenção na interação que um instrumento tem com o outro. Por fim os imagine tocando ao mesmo tempo, mas vendo o que cada um está fazendo, entendo a música como uma peça inteira, começo, meio e fim. É Ouvindo que se Aprende!