29 de março de 2011

Baterista - Dominic Howard

Com grande satisfação que venho falar sobre o Dominic Howard. Esse magrelinho simpático,  faz parte de uma das minhas bandas prediletas que é o MUSE, e tem uma grande dedicação de estudos a bateria. Não se enganem com seu porte físico, pois esse garoto magrinho ai tem um pegada forte, e é muito respeitado por sempre desenvolver batidas criativas e inovadoras nas musicas, sem falar que ele é esquerdo, um grande destaque e diferencial por tocar com as peças da bateria invertidas.
Dominic James Howard nasceu no dia 7 de dezembro de 1977 em Stockport, uma cidadezinha perto de Manchester, e, apesar de parecer o mais novo, Dom é, na verdade, o mais velho da banda. Quando tinha entre 8 e 9 anos, sua família, que incluía seus pais e sua irmã mais velha, se mudou para Teignmouth. Dom nunca tinha sido muito ligado em música. Sua unica influência musical significativa era sua mãe, que estava sempre tocando seus vinis pela casa, ou sua irmã, que estudava em uma escola de arte. Ela tentou ensiná-lo a tocar teclado quando ele tinha 5 anos de idade, mas não deu muito certo. Apesar de tudo, Dominic pensava em música apenas como algo que passava na TV. Até que, aos 11 anos, Howard assistiu a uma apresentação da banda de jazz da escola e foi daí que surgiu o interesse por música, principalmente pela bateria. Fez poucos meses de aula e, depois disso, quis aprender o resto sozinho, apenas ouvindo artistas de jazz, entre eles Buddy Rich. Ele formou sua primeira banda com 14 anos de idade, chamada Carnage Mayhem. A banda se apresentava em vários pubs pequenos em Devon, ou na casa de amigos etc. Dom passou a ser o ‘garoto descolado’ na escola e todos queriam tocar em sua banda. Foi então que conheceu Bellamy e, finalmente, Matt entrou na banda para tocar guitarra, formando assim o que iria ser o Muse.
Dominic Howard além de ter contrato com a Tama Drums, adquiriu sua própria assinatura de baquetas.

Rudimentos

Com certeza muita gente vê falando sobre Rudimentos e nem imagina do que se trata né? Ser bom em alguma coisa (especialmente em Bateria), geralmente não é fácil. Isso pode, às vezes, ser frustrante porque sua cabeça quer tocar coisas que seus músculos não conseguem. É aí que entra a paciência e a dedicação. Às vezes, você precisa repetir exaustivamente um exercício até que ele fique correto. Se você quer ficar bom, tem que PRATICAR! É extremamente importante que o baterista tenha completo domínio sobre as duas mãos, não importando se ele é canhoto ou destro. É o que chamamos de ambidestria. Além disso, do ponto de vista técnico, o estudante deve propor-se a desenvolver uma coordenação e equilíbrio entre as duas mãos; resistência e velocidade. Por isso, torna-se fundamental a prática dos rudimentos.
No dicionário, rudimento é descrito como; "Elemento inicial, Princípio, Condição...". Os rudimentos são os primeiros passos e fundamentos da percussão em todo mundo. Você deve começar, aprendendo os rudimentos, desde os primeiros dias que comprar as baquetas. Se você quer realmente dominar a arte da percussão, não importando se você vai tocar caixa numa Banda Militar ou bateria numa Banda de Rock'n'roll, deve praticar os rudimentos!

Os Rudimentos são divididos em "famílias":

• a família do Paradiddle
• a família do Single Stroke (toque simples)
• a família do Double Stroke (toque duplo)
• a família do Flam
• a família do Drag

Meu Blog é pra falar sobre assuntos de forma direta e resumida,  e infelizmente não da pra passar métodos detalhados de ensino. Então a dica é procure se aprofundar mais nesse assunto e pegar o quanto poder de exercicios, pois com certeza trabalhando em cima disso você vai sentir uma enorme evolução no seu aprendizado. 


25 de março de 2011

Baterista - Alexandre Aposan

Um camarada que tive a oportunidade de conhecer em um dos seus workshops e que com certeza a cada dia que passa vem ganhando mais e mais respeito no mundo Bateristico. Um baterista prodígio. Iniciou sua busca pela arte de tocar aos 4 anos de idade, ainda quando as baquetas eram, provavelmente, mais longas que seu braço. Trilhou um caminho de dificuldades, comuns no meio musical, mas venceu. Prova disso é a já intensa agenda de apresentações, aulas e gravações a que tem se submetido. Aposan tem sido convidado para tocar com grandes personalidades da música gospel. Entre eles, registra-se o memorável show realizado no Ginásio da Portuguesa em 2002, acompanhando o cantor americano Alvim Slaughter. A apresentação de Alexandre gerou em Alvim e em seu tecladista, vindo dos EUA para acompanhá-lo, uma nítida expressão de satisfação enfatizada no final do Show quando Aposan fez um solo cheio de técnica e feeling.
A experiência desse fantástico músico não para por ai.Desde os seus 18 anos de idade, tem estendido seu talento também aos estúdios de gravação fazendo participações em vários CD´S Tais como: Raiz Coral, Jeanne Mascarenhas, PC Baruk, Soul Dreans, Leonardo Gonçalves, David Fantazzine, Oséias de Paula, Shirley Carvalhais, APC16 e Oficina G3 entre outros.
Com o lançamento de seu disco Alexandre Aposan – Ao Som dos Tambores, a realização de um sonho para o músico, ele teve a oportunidade de se apresentar em diversas regiões do Brasil, além de Estados Unidos e Japão.

Primeira Bateria

Obviamente, tudo vai depender do que você quer com a música e da sua disponibilidade financeira. O importante é você saber que a falta de dinheiro não inviabiliza o seu sonho de ser baterista. A dificuldade de se tocar num instrumento ruim ou ultrapassado é revertida em seu benefício num futuro não muito longe, pois quem aprende a tocar num instrumento assim, aprende de verdade – e toca em qualquer instrumento ou em qualquer situação. Em regra, o iniciante não sabe nada, não conhece nada, não tem a menor referência do mercado. Apenas sente o coração batendo pedindo para sentar logo num banquinho com os tambores na frente e poder descarregar aquela vontade acompanhar uma música, de soltar o verbo nos acordes musicais ou simplesmente batucar sem parâmetros, para além dos limites provisórios. 
Atualmente são tantas as opções de marcas, configurações etc., que o iniciante fica perdidinho, sem saber que bateria comprar para atender aos seus anseios. Nada mais natural, pois é um verdadeiro oceano de oportunidades - o mercado cresceu muito nos últimos anos. Didaticamente falando, é melhor que o principiante comece numa bateria para iniciante, pois necessariamente terá que adquirir uma boa pegada para fazer um bom som e quando tocar numa boa bateria vai fazer aquele som... Da mesma forma, o ideal é um kit pequeno, que exigirá dele mais criatividade para reproduzir suas variações. Assim, quando ele deparar com um kit grande não terá dificuldades. Ao contrário, vai ter um universo muito maior para não cair na mesmice das viradas e levadas. Não se esqueça que os tambores é um investimento que não se exaure em si. Você ainda vai ter que comprar pratos e estantes. Portanto, leve isso em consideração. Você terá que saber planejar muito bem essa compra, de molde que os recursos sejam suficientes para montar o kit completo. Não invista muito num lado de forma que falte do outro – a frustração na hora de tocar será enorme... Assim, meu amigo de baquetas, recomendo que você procure um baterista mais experiente para te orientar na compra de seu primeiro instrumento. Diga a ele quanto você vai poder gastar – quais as suas expectativas com a música e suas perspectivas para investir no futuro, caso você realmente se apaixone por essa arte milenar.

22 de março de 2011

Baterista - Abe Laboriel Jr.

Se tratando de Grandes Baterias o Abe Laboriel é um deles em todos os sentidos, ótimo baterista e de um carisma inigualável, Abe também tem sido um dos mais requisitados bateristas do show biz, tendo tocado com o leque inteiro da música, desde os Hanson, Lady Gaga, Steve Vai, Sting e etc...
Vindo de uma família mexicana de músicos, o baterista é americano formado na tradicional escola de Berklee. Laboriel Jr., de 39 anos, é filho do virtuoso contra-baixista Abraham Laboriel e irmão de Mateo Laboriel (produtor e compositor ligado ao cinema). Foi aluno de Jeff Porcaro, Bill Maxwell, Chester Thompson e Alex Acuña. Há alguns anos, ele acompanhava a cantora K.D. Lang, que abria shows para Sting. O baterista do Sting era Manu Katche. “Um grande músico, mas que parecia estar meio desinteressado. Aí, quando ele deixou o grupo, Sting, que já conhecia seu trabalho, não exitou e o convidou pra fazer parte da banda”.
E pra acabar de completar o currículo do rapaz, ele foi convidado pra fazer parte da banda de Paul McCartney,  tinha a mão pesada, mas o chefe confiou. E foi dotado de um pegada firme e afiada que o baterista Abe Laboriel Jr. se tornou um dos trunfos da banda de sir Paul McCartney e hoje é conhecido mundialmente por acompanhar um Beatles.

Bumbo

O Bumbo é a "batida do coração" da bateria. Muitos bateristas realmente não sabem como fazer o bumbo soar bem, eles apenas colocam de todo jeito um cobertor ou travesseiro no seu interior. O bumbo em geral é feito de madeira e sempre com duas peles pra obter Ressonância.
Ressonância é a vibração do tambor quando depois que você percute nele com a baqueta, ou no caso do bumbo quando percutido com o "pirulito" (batedor do pedal), você tem o mesmo efeito de quando você coloca a cabeça dentro de um tambor de óleo e gritar "Alô" ( A l l ô ô ô, A l l ô ô ô ).
A verdade é que você na maioria das vezes tem que realmente usar algo para abafar o bumbo. O quanto você vai abafar depende das dimensões do bumbo e do som desejado. Alguns bateristas usam um cobertor encostado na pele de trás e da frente, outros usam travesseiros. Existem também os "Muffles" de vários modelos e marcas, que são abafadores desenvolvidos pelas empresas que fabricam as peles. Bem, o processo inicial de afinação é o mesmo de qualquer outro tambor. Coloque a pele, o aro e aperte os parafusos com os dedos até fixar bem. Depois aperte cada parafuso em cruz, procurando igualar a tensão em todos os pontos da pele. Como nos outros tambores, você deve experimentar vários tipos de abafadores e tensão nas peles. O melhor timbre vai depender muito do tipo de música a ser tocada e do gosto pessoal do músico.  Tome cuidado com a ressonância. Se seu bumbo tem uma "sobra" de som grande, seu groove pode soar indefinido, principalmente ao aplicar muitas notas no bumbo.

12 de março de 2011

Baterista - Rodrigo Barba

Já que estamos falamos em metrônomo, vou falar de um baterista que com certeza tem um metrônomo integrado ao seu corpo. Sou admirador da forma como o Barba toca a muito tempo, teve uma grande atuação com os Hermanos, e depois de ter a honra de vê-lo atuando em outros projetos, só me fez apreciar mais ainda seu grande trabalho. Infelizmente tem pouca coisa sobre o Barba na internet, mas consegui um pouco da sua historia pra postar pra vocês e segue abaixo.
Rodrigo Barba começou a tocar de brincadeira. Tinha uns 12 anos e um amigo, o Flavio da atual banda Latuya, ia comprar uma guitarra. Então começou a tocar bateria. Era a época do grunge e teve muita influencia de bandas como: Pearl Jam, Nirvana e Soundgarden, sem contar que gostava muito de metal melódico e hard rock. Em casa seus pais sempre escutaram MPB e Rock dos anos 60 e 70. Mas sua primeira lembrança de ter prestado atenção na bateria e não na banda é de um especial do Free Jazz que passava de madrugada. Nesse dia em especial tava passando um show do quinteto do Tony Williams e sua bateria amarela de três surdos, algo que o marcou e até hoje gosta de assistir os Shows dessa época. Sempre buscando ficar o mais dentro possível da batida proposta pela guitarra ou pelo baixo, sempre chama a atenção pela concentração quando toca. Gosta de batidas repetidas, tipo mantra, onde um ciclo se repete infinitamente, e usa essa união de estratégias para compor um arranjo e da origem às levadas. Atualmente está tocando no Canastra mas já tocou com vários artistas e bandas como: Los Hermanos, Latuya, Dadi, Wander Wildner e etc..

Metrônomo


O metrônomo é útil para nos mostrar, precisamente, o espaço existente entre as notas e manter o andamento. Ele não vai diminuir o andamento quando você toca notas rápidas; e não vai acelerar quando você toca notas lentas; ele não vai mudar o pulso quando você passa de colcheias para tercinas para semicolcheias. Ele pode ser muito valioso para aprendermos a relação rítmica entre as notas e os grupos de notas (células rítmicas). Ele também vai preparar você para tocar com um "click", numa gravação em estúdio, por exemplo. O metrônomo não vai te ensinar a swingar. Isto tem que ser feito com feeling, e o metrônomo não têm feeling, ele é uma máquina. Porém, não tenha medo do metrônomo. Foi criado um mito sobre ele que diz que se você estudar com metrônomo você tocará de uma maneira mecânica. Isso não é verdade. Apenas use-o como um guia, não deixe ele se tornar mais importante do que ele realmente é. Uma maneira de usa-lo como guia é medindo seu progresso através dele. Uma vez que sua proficiência aumenta, você pode trabalhar em tempos mais rápidos. Psicologicamente, conseguir 'enxergar' seu progresso é muito útil. Mas não se envolva numa disputa de velocidade com o metrônomo. Quando você se esquece de ser musical e pensa apenas na velocidade, você está afetando o propósito da música. Estar apto a tocar semicolcheias com o metrônomo marcando 270 não quer dizer que você possa ser musical.
Todos nós temos dias em que não parecemos estar aptos a tocar bem. Talvez ontem você conseguiu tocar certo exercício com o metrônomo marcando 160, mas hoje você sente uma tensão se tentar passar de 148. Tudo bem. Comece com 148. Tocar forçado em 160 não será uma boa idéia. Sua velocidade limite pode variar de um dia para outro, mas se você compara-la de semana a semana, poderá ver um certo desenvolvimento. Experimente usando o metrônomo de diversas formas. Você pode começar com o metrônomo marcando todos os tempos do compasso. Mas depois que dominar isso, tente coloca-lo para marcar somente o primeiro tempo de cada compasso.

9 de março de 2011

Baterista - Tony Royster Jr.

Algum tempo atrás, um menino de doze anos assombrou muitos marmanjos com um impressionante solo de bateria que rodou o mundo pelo YouTube. Ouvi profissionais e amadores, interessados e curiosos, todos se referirem ao tal garoto como um verdadeiro prodígio do instrumento. E de fato o que Tony Royster Jr. apresenta ao público já aos doze anos muitos profissionais não conseguiriam tocar nem se tivessem a vida inteira para estudar. Começando a tocar muito novo, seu talento prodigioso o ajudou a obter uma proficiência nos estilos de Jazz, Rock, Música Latina e Funk logo cedo. Ele já teve a oportunidade de compartilhar o palco com alguns notáveis bateristas como Dennis Chambers, Steve Smith e Sheila E. e ganhou numerosos concursos mundiais de bateria em eventos como o "Montreal Drum Festival" e o " Florida's Drum Expo".
Tony Royster Jr. (nascido em 9 de outubro de 1984 em Berlim, Alemanha) é um alemão nascido baterista americano. Ele foi criado em Atlanta, Georgia e formou em Liberty no Condado da classe da Escola Superior de 2002. Com 3 anos ele começou a aprender a tocar bateria com seu pai. Ele é conhecido por ganhar o Guitar Center National Drum-Off concorrência de Hollywood em 1995 (com 11 anos), sendo votado o Up and Coming Drummer por Modern Drummer Magazine e em 1997 ele foi o Festival Modern Drummer, sendo o mais novo a chocar a multidão. Ele logo teve seu primeiro vídeo chamado Common Ground on Inspiring Drummers Series. Ele é conhecido por seu uso do método Moeller bem e sua mão em chamas e velocidade de pé. Tony sobressai no Funk, R & B, Latin, Rock e Jazz. Ele tem acordos de patrocínio com a DW Drums, Sabian Cymbals, Vic Firth paus, peles Evans, LP percussão, Drumframe, microfones Shure, e a Warner Bros Publications. Algumas de suas influências são Dennis Chambers, Jim Chapin e Billy Cobham.

Baquetas

A escolha da "melhor" baqueta é uma decisão muito pessoal. Muitos bateristas ainda não descobriram o quanto eles podem obter maior rendimento usando a baqueta correta. É muito comum os bateristas profissionais usarem 2 ou 3 modelos diferentes de baquetas. As baquetas são componentes fundamentais para se tocar bateria. Composta de vários modelos, medidas, espessuras, pesos e materiais como madeira, plástico e ou fibras, com isso é possível uma grande gama de timbres extraídos a partir do instrumento.
Na ponta encontramos modelos contendo, resina, madeira e feltro. Também há vários modelos de ponta, mais arrendodadas, formato de gota d’água, de flecha, todas essas variações de formato e de material influem muito na sonoridade final. Toda essa diversidade, veio por meio da grande variedade de ritmos existentes, pois cada ritmo tem sua forma de tocar e sua sonoridade, totalmente particular fazendo necessário ter baquetas específicas para cada estilo, é por isso que encontramos tantos modelos hoje no mercado.
Os modelos mais conhecidos são os:
· 5A - baqueta versátil para todos os estilos, nem pesada, nem leve, nem grande, nem pequena.
· 7A – baqueta indica para ritmos mais leves, Jazz, Samba, Baião, pois é mais leve e fina, porém versátil.
· 2B – baqueta indica para os ritmos pesados, Funk, Rock, Rock progressivo, Heavy Metal, Hard-Rock, essa baqueta é mais pesada, tem sua espessura bem mais grossa que as demais e é mais cumprida.
Outra dica importante é na hora da compra, ao comprar um par de baquetas, faça elas rolarem sobre uma superfície sólida e lisa, para verificar ondulações, pois as mesma dificultam o rebote da baqueta. Evite baquetas que soam como se fossem ocas. Verifique se ambas tem o mesmo peso. A cor tambem é um fator a ser olhado pois 'normalmente', quanto mais clara mais aguda será o timbre e assim quanto mais escuro o timbre será mais grave, salvo baquetas feitas com uma madeira chamada 'Jatobá'. De tempos em tempos é bom que você experimente novos modelos e diferentes tipos de marcas. Hoje em dia você encontra uma variedade enorme de marcas e modelos, ficando fácil você descobrir um que satisfaça suas necessidades. Então, pesquise, experimente e boa sorte!

8 de março de 2011

Baterista - Duda Neves

Eduardo Augusto Neves – Duda Neves, nasceu em São Paulo – Capital, no dia 5 de Novembro de 1953. Duda Neves toca bateria desde pequeno. Começou tocando violão e piano com seus irmãos e, aos 12 anos, ganhou sua primeira bateria no dia 29 de Junho de 1966. Estudou no Centro Livre de Aprendizado Musical (SP), de 1975 a 1977; na Escola Municipal de Música de São Paulo, em 1978 e na Academia Paulista de Música – Percussão (SP), em 1979.
Duda Neves foi apontado em 1990 como um dos melhores bateristas do mundo pela revista francesa "Jazz Hot" pelo seu trabalho no disco de Arrigo Barnabé "Tubarões Voadores" e eleito em 1992 pelos críticos e leitores da revista "Bizz" como um de nossos melhores instrumentistas. Fundou em 1989 a Escola de Bateria Duda Neves especializada na formação de bateristas profissionais – onde lança anualmente o CD "Rock Paulista" com novas bandas do cenário musical paulista com produção de sua Escola. Lançou o LP "Urucum" em 1990, o LP "Tempo Bom" em 1992 e juntou os dois no CD "Crash" lançado em 1995. Em 1996 fez o show "Esquizophônico" onde associa sua Bateria a Vasos, Aquários, Panelas , Bacias e Computadores Musicais. Lançou em 97 o Método de Bateria TKT/Duda Neves usado em diversas Escolas de Música do Brasil. Em Dezembro de 98 lançou o CD "Temporal". No dia 19 de Dezembro de 1998, Duda Neves realizou, na PA Percusion, loja em São Paulo, um solo de bateria de 12 horas para entrar para o Guinness Book livro dos Recordes, protestando contra a falta de Música nas Escolas Brasileiras e o fim da profissão de Músico no Brasil. "Nossas Orquestras Sinfônicas estão acabando". O CD "Temporal" é o primeiro CD de Música Instrumental Internacional que tem uma faixa multimídia, onde você pode assistir em seu PC ou Mac, um vídeo com uma performance de Duda Neves.

Kit de Bateria

Pois é galera vejo sempre uma duvida constante de quem esta começando a tocar bateria, que é sobre que Kit adquirir. Só que não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos. De uma forma geral, os tambores das baterias são construídas em madeiras selecionadas, podendo também encontrar-se elementos construídos à base de plásticos, metais ou outras ligas.

Diversos fabricantes têm efetuado diversas experiências de forma a obter os melhores sons a partir da madeira, tendo concluído que, o mogno, a bétula e o plátano produzem as madeiras mais aceitas para a construção destes instrumentos.
Então a dica é: Comece com um Kit básico e vá se adaptando conforme a sua necessidade. 

7 de março de 2011

Baterista - Ringo Starr

Um dos grandes nomes da musica, famoso por ter sido baterista dos Beatles. Ringo é conhecido pelo seu estilo seguro de tocar e pelos seus toques de originalidade e considerado por muitos o maior baterista da história do rock e música pop.
Richard Stakey, vulgo Ringo Starr, é o mais velho dos Beatles. Nasceu em Liverpool em 07 de Julho de 1940. Filho único de Elsie e Richard Starkey, teve uma infãncia problemática. Problemas de saúde fizeram que ele passasse mais tempo em hospitais do que em escolas, afetando sériamente sua educação.
Na adolescência trabalhou como entregador do British Rail e como barman do Ferry para New Brighton, até seu padrasto Harry, comprar-lhe uma bateria de presente. Em 1959 ingressa no grupo 'Rory Storm & The Hurricanes', onde conhece os Beatles. Naquela época, Pete Best ainda era o baterista dos Beatles, fato que não descartava a hipótese de que por vez e outra, Ringo assumisse as baquetas do grupo.
Quando os Beatles fizeram seu teste para a gravadora EMI,em 1962, George Martin propôs a troca do baterista, e imediatamente John, Paul e George lembraram de Ringo.Como o ingresso nos Beatles, pouco antes do sucesso mundial, Ringo foi considerado o sujeito mais sortudo no mundo, porém, seu jeito brincalhão escondia o baterista criativo que era. E provou isso influenciando e sendo reconhecido por músicos de calibre como Phil Collins. Sua imagem o fizeram do nome mais lembrado dos Beatles e por vezes, o mais popular.

Quem criou o logotipo THE BEATLES?

Falar sobre um fato da historia dos Beatles que poucos sabem, e que envolve dois grandes nomes do mundo Bateristico: Ringo Starr e Ludwing. 
Quem criou o logotipo THE BEATLES? Desde antes de entrar para os Beatles, a bateria que Ringo usava era um kit Premier. Com o aumento do sucesso, veio o desejo de obter novos equipamentos. Viajando frequentemente para Londres, era difícil resistir à tentação quando visitavam as lojas de instrumentos. Em janeiro de 63,Ringo estava acompanhado de Brian Epstein quando entraram na loja Drum City em Londres. A loja era bastante moderna para a época sendo a primeira a comercializar exclusivamente baterias. Ivor Arbiter, seu proprietário, recebeu um telefonema dizendo que um senhor chamado Brian Epstein estava lá acompanhado de um baterista e queria comprar um instrumento, mas queriam negociar um pouco. Eles foram conduzidos ao seu escritório e lá Ringo disse que queria uma bateria Ludwig preta. Isso era impossível já que não existiam baterias pretas dessa marca. Ringo então viu em cima da mesa de Ivor umas amostras de acabamento. Ao ver a amostra do "Oyster Black" disse: "Quero esta!". Não foram discutidos muitos aspectos técnicos como sonoridade – o kit foi escolhido pela cor. A bateria Ludwig para Ringo, foi comprada com bumbo de 20″, bem menor que os normalmente usados na época, mas foi escolhido para que Ringo parecesse maior e aparecesse mais, pratos Paiste e peles Ludwig “Weather Master”. Ivor Arbiter fez um rascunho num papel de carta e criou o logotipo conhecido mundialmente – THE BEATLES. Com o “T” mais esticado e o “THE” menor, em cima, centralizado. Arbiter nunca recebeu nenhum centavo por sua criação.
Essa passagem consta em "THE BEATLES" - A Biograia, de Bob Spitz.